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:. Quando: Todo domingo, o dia inteiro
:. Local: Metrô Armênia.

GUARANI
   

O GUARANI MINISTRADO NA SALA SEQUOIA É O GUARANI MBYA, LÍNGUA DOS GUARANI DE SÃO PAULO

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA:

O guarani mbya é falado desde o Espírito Santo até o norte da Argentina. Veja a região neste mapa.

RELAÇÃO COM OUTRAS LÍNGUAS DA FAMÍLIA TUPI-GUARANI:

O Guarani Mbya é próximo ao guarani do Paraguai e ao tupi antigo. O grau de separação entre estas línguas é comparável à diferença existente entre o galego e o português, sendo maior a diferença existente entre o espanhol e o português. A semelhança entre essas línguas se deve ao fato que as migrações tupi-guarani começaram pouco antes da chegada dos europeus ao continente americano.

PROFESSOR DO CURSO:

O professor do curso é Biguai. Ele é guarani, nascido na aldéia Rio Silveira, no litoral paulista, e atualmente mora na aldéia de Jaraguá. Ele foi capacitado para ministrar um curso comunicativo da língua guarani.

MATERIAL USADOS NO CURSO:

O material está composto por apostilas, material audiovisual, e material de referência.

As apostilas foram elaboradas por Biguai, Poty Porã (professora da escola da aldéia de Jaragua) e Jordi Ferre (coordenador da Sala Sequoia). As apostilas facilitam o enfoque comunicativo das aulas, através de funções comunicativas, com situações usais no dia a dia. As apostilas incluem também leituras de textos em guarani sobre a vida nas aldéias e a história dos guarani de São Paulo.

O material audiovisual contém canções, o filme Manoa e filmagens na aldéia e na casa de reza.

O material de referência inclui um dicionário e uma gramática em CD, em formato PDF.

CLIQUE aqui E VEJA A AMOSTRA DA UNIDADE 3 DAS APOSTILAS DE GUARANI MBYA



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INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
salasequoia@gmail.com


SALA SEQUOIA

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Travessa da Rua Cerro Corá, altura do número 540 (Posto Shell)
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Horário de atendimento: das 10:00h às 18:00h.
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Quem era Sequoia


   As árvores mais altas do mundo, as sequoias, receberam o nome em homenagem a um homem mestiço que viveu entre 1770 e 1843 nos estados de Tenessee e Georgia, nos Estados Unidos. Era filho de um caçador de peles inglês e de uma mulher Cherokee, e foi educado na tradição e língua Cherokee.

   De adulto teve um acidente e seu pé ficou lesado, e por isso foi apelidado Sequoia (Sequoyah, Sikwayi), que significa pé de porco em Tsalagi (língua Cherokee). Por causa da lesão, abandonou a caça de peles e se dedicou à ourivesaria.

   Sequoia era analfabeto, mas era fascinado pelas “folhas falantes” dos brancos. Ele pensava que se seu povo tivesse um sistema de escrita, poderia difundir sua língua e preservar sua cultura. Após 12 anos de reclusão e de ser alvo de muitas risadas, em 1821 conseguiu desenvolver um silabário para representar todos os sons da língua Cherokee.

   Nesse silabário publicou o primeiro jornal indígena, o Tsa la gi Tsu lehishanunhi, e muitos livros. Até hoje os Cherokee preservam identidade e força política graças ao trabalho de Sequoia.

   Dedicado à união dos povos indígenas e a valorização das suas línguas, já idoso partiu para o México em busca da “língua mãe” dos índios. Durante a viagem ficou doente e, seguindo a sua tradição cultural e espiritual, se retirou a algum lugar escondido para falecer.


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